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Rankeando as 15 melhores duplas da NBA

Por João Dannemann

A temporada 2019-20 da NBA nem começou mas já está dando o que falar. Está sendo tratada como a temporada que vai restaurar o bom equilíbrio na liga, já que a maioria dos Big 3's foram extintos e agora temos duplas dinâmicas em todas as equipes de ponta. Tanto que, foi fácil achar 15 belos duos, que vão entreter os fãs, para essa matéria, porém não foi nada fácil tentar ordena-los.

Tenham em mente que aqui não serão consideradas lesões. Ou seja, o ranking será feito como se Kevin Durant e Klay Thompson estivessem saudáveis e em plenas condições de jogo, por exemplo. Apenas considerando o seu peso como estrela e suas conquistas de carreira. Além disso, também não será considerado o resto do time na construção dessa lista, apenas as duplas. Portanto, é apenas a análise dos dois atletas citados em cada colocação, esquecendo seus companheiros por um instante. Qual é a melhor dupla dinâmica da NBA e porque? Confira.


  • 15º: John Wall e Bradley Beal (Washington Wizards)
John Wall (esquerda) e Bradley Beal (direita) já jogam juntos nos Wizards há sete anos. (Foto: USA Today).
Como já dito antes, não serão consideradas lesões no desenvolvimento desse ranking. Portanto, considerando um John Wall saudável, essa é sim uma das 15 melhores duplas da NBA. Começando pelo fato de que eles atuam juntos há sete anos, já tendo um bom entrosamento. Wall e Beal são dois armadores que se complementam. O primeiro, um grande defensor, passador e infiltrador. O segundo, capaz de arremessar de qualquer distância e de abrir espaços na quadra. 

Juntos, já são sete aparições em All-Star Game (cinco de Wall e duas de Beal). Ambos têm médias de pontuação parecidas na carreira, cerca de 19 pontos por jogo e são jogadores decisivos, capazes de mudar o curso de uma partida a qualquer momento. É verdade que Bradley Beal evoluiu muito com as constantes ausências de John Wall, por lesões, tendo que chamar mais a responsabilidade de comandar o Washington Wizards. Porém, juntos, eles já provaram ser uma dupla letal.

  • 14º: Kemba Walker e Jayson Tatum (Boston Celtics)
Jayson Tatum (esquerda) e Kemba Walker (direita) eram rivais até a última temporada, mas defenderão os Celtics e prometem ir bem juntos. (Foto: USA Today).
Muitos vão se perguntar porque a dupla rankeada não é Kemba Walker e Gordon Hayward, porém é de fácil explicação. Desde a lesão de Hayward, ele não conseguiu ser o mesmo. A importância que Tatum tem no elenco dos Celtics, hoje, é maior, por ser um jovem promissor e de futuro brilhante. Ele deve dar um salto de produção nessa temporada. Inclusive, Tatum teve melhores médias que Hayward já na última temporada.

Agora, jogando com Kemba Walker, sua produção deve crescer. Kemba não tem o mesmo peso que Kyrie, portanto, o time será mais uma vez prioridade em Boston. Walker foi titular no último All-Star Game e conquistou sua primeira aparição nos times ideais da NBA. Tatum, apesar da pouca idade, é um atleta que cresce em playoffs, portanto essa tende a ser uma ótima dupla. O lado negativo é o fato da pouca experiência. Jayson tem apenas 21 anos e Kemba nunca conseguiu disputar nada mais serio na liga jogando em Charlotte.

  • 13º: Blake Griffin e Andre Drummond (Detroit Pistons)
Andre Drummond (esquerda) e Blake Griffin (direita) fazem uma das melhores duplas de pivôs da NBA em Detroit (Foto: USA Today).
Qualquer franquia da NBA gostaria de ter uma dupla de pivôs tão completa quanto essa. Blake, um excelente pontuador, atlético, inteligente, com boa visão para um atleta de seu tamanho. Drummond, um grande defensor, além de ser o melhor reboteiro da NBA na atualidade, liderando a liga no fundamento em três das últimas quatro temporadas. Detroit tem um dos melhores garrafões da NBA com esses dois e muito do jogo da franquia passa pela dupla.

Griffin já foi All-Star por seis vezes e Andre Drummond duas, portanto, são atletas acostumados a estar entre os melhores. O grande defeito da dupla talvez seja o fato de não terem conseguido mostrar competitividade na liga. Nenhum dos dois nunca chegou em Finais de Conferência, por exemplo. Para conquistarem mais respeito, precisam ir mais longe. 

  • 12º: Luka Dončić e Kristaps Porziņģis (Dallas Mavericks)
Kristaps Porzingis (esquerda) e Luka Doncic (direita) ainda não atuaram juntos, mas o letão está de volta aos treinos e deve jogar toda a próxima temporada. (Foto: USA Today).
A única dupla totalmente europeia da lista, é também uma das que têm mais expectativas para a próxima temporada. A chegada de KP aos Mavericks na última temporada, deixou os fãs esperançosos de um belo futuro para a franquia. Luka, de apenas 20 anos, foi o grande nome de Dallas em 2018-19, vencendo o prêmio de novato do ano e tendo médias impressionantes para um novato na NBA.

Essa tende ser a clássica dupla de one-two-punch que a liga já viu tantas vezes em sua história. Um pontuador, criativo e atlético, se juntando a um pivô dominante na defesa e no ataque. Dois pontos fortes em questão são: a idade e o tamanho. Juntos, têm uma média de apenas 22 anos de idade, ou seja, ainda evoluirão muito atuando um com o outro. Luka tem 2,01m e Kristaps 2,21m, portanto, também pode ser uma dupla dominante fisicamente. Obviamente, a idade também é um ponto negativo, pela falta de experiência. Além disso, KP é uma incógnita, já que ele ainda não atuou após a séria lesão no joelho.

  • 11º: DeMar DeRozan e LaMarcus Aldridge (San Antonio Spurs)
DeMar DeRozan (esquerda) e LaMarcus Aldridge (direita) fazem uma dupla experiente mas bastante consistente em San Antonio. (Foto: USA Today).
Solidez é o que melhor caracteriza essa dupla. DeRozan e Aldridge não são superestrelas de ponta, não têm nenhum título, mas são atletas com carreiras sólidas, números consistentes, que sempre estão na conversa entre os melhores em suas posições e têm juntos 11 aparições em All-Star Games. São dois jogadores de certa experiência, com 15 participações em playoffs combinados, sendo que apenas uma atuando na mesma equipe, temporada passada.

Apesar de serem mais rodados, também são atletas bastante capazes fisicamente. Contando com a pós-temporada, LaMarcus atuou em 88 e DeRozan em 84 partidas na última temporada, ambos com médias superiores a 30 minutos por jogo. O ponto negativo da dupla é, de fato, a falta de tradição. São atletas com carreiras marcadas por sempre nadar e morrer na praia. Apesar das numerosas aparições em playoffs, cada um só chegou a jogar Finais de Conferência apenas uma vez, o que é pouquíssimo para as carreiras que têm.

  • 10º: Donovan Mitchell e Rudy Gobert (Utah Jazz)
Rudy Gobert (esquerda) e Donovan Mitchell (direita) comandam o Utah Jazz pela terceira temporada consecutiva. (Foto: USA Today).
Muita gente diz que a grande dupla do Jazz é Donovan Mitchell e Mike Conley, o que é extremamente desrespeitoso ao melhor defensor da liga nas duas últimas temporadas, Rudy Gobert. Conley é um grande jogador, mas com certeza terá um papel mais coadjuvante em relação a esses dois. Mitchell e Gobert é a clássica dupla one-two-punch, que já mostrou ter capacidade para brigar na liga. Ambos são têm grande impacto dos dois lados da quadra e são atletas jovens.

Além de tudo, eles já foram protagonistas em grandes jogos defendendo Utah. Na série de primeira rodada de playoffs contra o Thunder, em 2018, por exemplo, a dupla carregou o Jazz para a próxima fase, surpreendendo a quase todos, que apostavam todas as fichas na equipe do Oklahoma City. Mitchell deve evoluir seu jogo ainda mais na próxima temporada, enquanto Rudy só precisa manter sua consistência, se estabelecendo cada vez mais como um dos melhores pivôs da liga. 

  • 9º: Jamal Murray e Nikola Jokić (Denver Nuggets)
Jamal Murray (esquerda) e Nikola Jokic (direita) fazem uma das duplas mais jovens porém mais divertidas de assistir na NBA. (Foto: USA Today).
Com certeza é uma dupla que ainda evoluirá muito jogando junta, pela pouca idade que têm, mas já merecem um lugar entre as dez melhores, pelo que vêm apresentando. Jokic esteve entre os fortes candidatos a MVP na última temporada, ficando em quinto lugar, já Murray tem constantes lapsos de superestrela, com partidas excepcionais e pontuações fora do comum.

Os principais pontos de evolução da dupla são, de fato, experiência e consistência. Ambos demonstram picos de inconsistência vez ou outra, fazendo péssimas partidas (principalmente em playoffs), o que não pode ocorrer caso eles queiram chegar no próximo nível. Jokic já melhorou bastante nessa questão na temporada passada, mas Murray ainda mostra certa imaturidade em quadra. Uma vez que isso seja corrigido, essa tende ser uma das grandes combinações da NBA no futuro, pois talento eles têm de sobra.

  • 8º: Damian Lillard e C.J. McCollum (Portland Trail Blazers)
C.J. McCollum (esquerda) e Damian Lillard (direita) jogam juntos em Portland desde 2013 e fazem uma das melhores duplas de armação da NBA. (Foto: USA Today).
Lillard e McCollum compõem a dupla de armadores que qualquer time desejaria ter. Jogam juntos em Portland há seis anos, portanto têm o melhor entrosamento possível. Ambos são grandes pontuadores, capazes de adicionar 20 pontos por jogo com facilidade. Além de serem caras decisivos, que, quando o time mais precisa, colocam a bola embaixo do braço e resolvem. Já foram protagonistas em muitos momentos emocionantes defendendo os Blazers.

Outro grande ponto positivo da dupla é a identificação que eles têm com a franquia. Mal existem rumores de insatisfação, briga ou saídas repentinas, já que ambos adoram Portland, adoram a organização dos Blazers e sentem-se muito satisfeitos aonde estão. O principal ponto negativo da dupla é o fator físico. São jogadores atléticos, é verdade, mas não deixa de ser uma dupla de armação muito baixa para a NBA moderna, o que pode atrapalhar, principalmente defensivamente. 

  • 7º: Khris Middleton e Giannis Antetokounmpo (Milwaukee Bucks)
Khris Middleton (esquerda) e Giannis Antetokounmpo (direita) fazem uma bela dupla em Milwaukee, pelos Bucks. (Foto: USA Today).
Essa talvez seja a dupla mais desequilibrada da lista, com todo respeito a Khris Middleton, que é All-Star. Giannis simplesmente está num nível absurdamente acima do seu companheiro. Sem sombra de dúvidas, só estão rankeados em sétimo por conta do atual MVP da liga, o mutante grego. Middleton, apesar de ser um excelente jogador, talvez funcionaria melhor como terceiro homem do que como segundo. Ele é coadjuvante com mais constância do que deveria.

Posto tudo isso, não deixa de ser uma ótima dupla. Middleton completa Giannis no único fundamento que o grego peca (e muito): arremesso. Antetokounmpo é uma máquina de jogar basquetebol, tanto defensivamente quanto ofensivamente. Pontua bem, é um ótimo passador, excelente reboteiro, consegue proteger o garrafão e o perímetro, além de ser uma aberração fisicamente. Porém, o grego é um arremessador medíocre. Aí que entra o aproveitamento de 38% da linha de três do seu companheiro Khris Middleton, para encaixar bem a dupla.

  • 6º: Ben Simmons e Joel Embiid (Philadelphia 76ers)
Ben Simmons (esquerda) e Joel Embiid (direita) são os maiores responsáveis pelo renascimento do bom basquete em Philadelphia. (Foto: USA Today).
Sem dúvidas, essa é uma das duplas mais divertidas de assistir em quadra na NBA. Ambos são atletas carismáticos, identificados com os fãs e capazes de jogadas marcantes, fantásticas. O australiano é um armador de porte físico fora do comum, 2,08m e 104kg, o que lhe dá uma grande vantagem contra adversários menores, já que, mesmo com esse tamanho, é um atleta ágil, atlético, com excelente visão de quadra. Já o camaronês, está se firmando cada vez mais como o melhor pivô da liga, capaz de dar o que o time precisa dos dois lados da quadra.

Dois pontos ainda podem ser mais explorados para os odiadores da dupla. O primeiro é o fato de Simmons ainda apresentar certa inconsistência, principalmente pontuando. Muito por conta do seu pífio arremesso. Ele ainda não converteu nenhuma bola de três na NBA, em duas temporadas. O outro é o fato de que, mesmo mostrando que são capazes de chegar mais longe, a dupla ainda não chegou. Foram parados cedo demais pelo Boston Celtics em 2018 e pelo Toronto Raptors em 2019. Agora, eles precisam provar que podem ir mais adiante ou serão sempre considerados como supervalorizados.

  • 5º: Stephen Curry e Klay Thompson (Golden State Warriors)
Klay Thompson (esquerda) e Stephen Curry (direita) têm três títulos de NBA com a camisa do Golden State Warriors. (Foto: USA Today).
Mesmo com Klay machucado seriamente, os Splash Brothers não poderiam ficar de fora do top 5 dessa lista. É até estranho colocar eles em quinto, já que é uma dupla que chegou nas últimas cinco Finais de NBA, vencendo três títulos. Mas, nunca chegaram sozinhos, é verdade. Sempre tiveram a valiosa ajuda de pelo menos mais um All-Star. Mesmo assim, os dois já provaram mais de uma vez o seu valor, principalmente Steph, que foi MVP da liga em duas temporadas seguidas.

Eles são donos de recordes que parecem ser inquebráveis na história da NBA. Klay, por exemplo, é o atleta que mais converteu bolas de três em uma única partida, com 14, contra o Chicago Bulls. Já Steph, é o atleta que mais converteu bolas de três em uma única temporada, com 402. Estamos falando de dois caras que podem ser considerados como os melhores arremessadores de todos os tempos e, sim, jogam juntos. Parece injusto, mas eles ainda precisam provar que são gigantes sem uma ajudinha extra.

  • 4º: Russell Westbrook e James Harden (Houston Rockets)
James Harden (esquerda) e Russell Westbrook (direita) jogarão juntos novamente após sete temporadas e um MVP pra cada. (Foto: USA Today).
Essa dupla vai dar o que falar na próxima temporada, com certeza. Começando pelo fato de que são dois dos últimos três MVP's da NBA jogando juntos, o que já é algo absurdo de se pensar. Russ, é uma máquina de triplos-duplos. É o único atleta na história da liga a ter média de triplo-duplo em três temporadas consecutivas. É também o único atleta na história a fazer um triplo-duplo com 20 pontos, 20 rebotes e 20 assistências. Harden, é uma máquina de pontuação. Na última temporada, fez uma sequência histórica de 32 jogos consecutivos com pelo menos 30 pontos. Uma média total de 36 pontos por jogo (melhor dos últimos 30 anos).

O grande problema é: será que eles vão funcionar juntos? Eles já atuaram juntos em Oklahoma, é verdade, mas eram outros atletas na época. Não tinham conquistado metade do que já conquistaram. Hoje, são atletas que precisam da bola, considerados como individualistas, até certo ponto. O grande segredo para essa dupla dos Rockets funcionar nessa temporada vai ser Westbrook entender que a grande estrela ali é Harden. Se isso acontecer, eles podem ser letais e Houston tem grandes chances de conquistar um título após 25 anos.

  • 3º: Kyrie Irving e Kevin Durant (Brooklyn Nets)
Kevin Durant (esquerda) e Kyrie Irving (direita) chocaram os fãs de basquete com a formação dessa nova dupla dinâmica em Brooklyn. (Foto: USA Today).
Se Durant não tivesse sofrido a grave lesão no Aquiles que sofreu, essa dupla causaria um impacto imediato na liga. Obviamente que qualquer time que tem KD já é candidato imediato a título. Com a presença de Kyrie, as expectativas aumentam ainda mais. Ambos, combinados, têm três títulos de NBA, 16 aparições em All-Star Games, 11 seleções para times ideais da NBA, além de inúmeros recordes e conquistas. Durant, inclusive, já foi MVP da liga e duas vezes MVP das Finais e Kyrie converteu a bola de três pontos que deu o inédito título aos Cavaliers em 2016.

O grande impasse da dupla pode ser o excesso de estrelismo. Eles são atletas que têm um histórico de má relação com companheiros de equipe, muitas vezes destruindo o ambiente interno nos vestiários. Kyrie é, até certo, ponto uma incógnita emocional. Nunca se sabe como ele vai lidar com as situações e o fato dele não ser mais a grande estrela de sua franquia pode atrapalhar mais uma vez. A grande decepção é que só se verá a dupla junta em ação na temporada 2020-21, já que Durant não deve se recuperar a tempo de jogar nem os playoffs de 2020.

  • 2º: LeBron James e Anthony Davis (Los Angeles Lakers)
LeBron James (esquerda) e Anthony Davis (direita) reacendem as esperanças de títulos dos Lakers. (Foto: USA Today).
Após tanto penar na última temporada, LeBron finalmente conseguiu adicionar outra superestrela ao elenco. AD estava extremamente insatisfeito em New Orleans e a sua ida para os Lakers vai reviver o seu bom basquetebol, sem dúvidas. LeBron não precisa mais provar nada a ninguém e, nessa altura da carreira, já considerado um dos melhores da história, só quer aumentar sua galeria de troféus e conquistas. A soma da insatisfação de ambos, pode motivar a dupla a chegar bem longe na próxima temporada.

Eles só não estão na primeira posição pelo momento, de fato. LeBron já vive o auge dos seus 34 anos e, apesar de não mostrar isso em quadra, tende a chegar no final de sua carreira aos poucos. Já AD vem de uma temporada muito abaixo para o que estamos acostumados a ver. Claro que muito disso foi por conta da sua vontade de ir embora dos Pelicans, o que acabou resultando em algumas brigas internas e do seu afastamento do elenco. Portanto, o momento deles é ruim. Para superestrelas como ambos, é perfeito. Pois é a chance de uma grande volta por cima em uma das franquias mais vitoriosas da história.

  • 1º: Paul George e Kawhi Leonard (Los Angeles Clippers)
Kawhi Leonard (2) e Paul George (13) posando pela primeira vez como jogadores dos Clippers, ao lado de Doc Rivers (treinador, esquerda) e Steve Ballmer (dono da franquia, direita). (Foto: USA Today).
Talvez seja unanimidade entre os fãs de basquete que essa é a melhor dupla da NBA para a próxima temporada. Os dois vivem as melhores fases de suas carreiras. Paul George esteve entre os três candidatos ao prêmio de MVP e de melhor defensor da liga na última temporada. Kawhi, foi brilhante na temporada regular e mais ainda nos playoffs. Ele carregou os Raptors para o primeiro título da história da franquia, sendo MVP das Finais e, em apenas uma temporada em Toronto, já é considerado o melhor jogador da história por lá.

Além de tudo, a química entre os dois deve ser incrível, já que a ida de Paul George para os Clippers foi um pedido do próprio Kawhi. Ou seja, eles querem jogar juntos, eles fazem questão de estarem na mesma equipe. O fato de serem atletas que jogam na mesma posição e com características muito parecidas pode atrapalhar um pouco no início, mas nada que craques como eles não consigam dar conta. Ofensivamente e defensivamente, essa é a melhor dupla da NBA em 2019-20 e os fãs dos Clippers não poderiam estar mais animados.









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