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Duas campeãs mundiais estreiam na Copa do Mundo Feminina

Wendie Renard, zagueira francesa, marcou duas vezes na primeira partida da Copa do Mundo (Foto: Lucy Nicholson/Reuters)

Após o início da competição, mais três partidas movimentam a Copa do Mundo Feminina da França. Pelo grupo A, após o início promissor da França, que goleou a Coreia do Sul, por 4x0, é a vez de Noruega e Nigéria se enfrentarem. Já pela chave B, Alemanha enfrenta a China, enquanto a Espanha medirá forças contra a Africa do Sul - dentre as seis, a Alemanha e a Noruega já conquistaram o torneio.

No início do dia, às 10h (de Brasília), a poderosa Alemanha terá pela sua frente uma organizada equipe da China. Bicampeões do Mundial e atuais campeãs olímpicas, a seleção europeia conta com o auxílio de Dzsenifer Marozsan, eleita a terceira melhor jogadora do mundo, além de uma equipe com um bom nível. 

Em contrapartida, a China entra na competição desacreditada. Passando por um processo de renovação, a equipe oriental passa por um grande momento nas competições de base, enquanto não vem obtendo os mesmos resultados com o elenco profissional.

Ainda pelo grupo B, a Espanha vai enfrentar a Africa do Sul, às 13h (de Brasília). A seleção espanhola foi a primeira a carimbar o passaporte na Copa do Mundo e conta com a experiência do técnico Jorge Vilda, que já comanda a equipe desde 2015. Com um elenco entrosado e presente nas mãos de Vilda há quatro anos, a Roja ainda tem a zagueira Irene Paredes, considerada uma das melhores zagueiras do mundo, como um pilar.

Já com relação a Africa do Sul, a Copa do Mundo Feminina de 2019 é a primeira em que as sul-africanas participam. Depois de diversas tentativas, a seleção africana, comandada pela defensora Janine Van Wyk, que atua nos Estados Unidos, chega como a zebra da chave B e tenta surpreender nesse início de caminhada em Mundiais.

Levantando a bandeira da igualdade, Ada Hegerberg não irá atuar na Copa do Mundo (Foto: Getty Images)

E pelo grupo A, a Noruega enfrenta a Nigéria, às 16h (de Brasília). A Nigéria busca expandir suas forças do continente africano, devido a soberania no local: dentre as 13 edições da Copa Africana, as nigerianas foram campeãs em 11 oportunidades. 

Do outro lado, as norueguesas, lideradas pela meia-campista Maren Mjelde, buscam estrear com o pé-direito no Mundial. Campeãs em 1995, quando o torneio foi disputado na Suécia, a seleção nórdica almeja o segundo troféu de sua história, mas contará com a ausência de Ada Hegerberg, considerada, atualmente, a melhor jogadora do mundo - como forma de protesto, ela exige total igualdade de gêneros no futebol e por não considerar isso real, optou por não atuar na competição.

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