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Equilíbrio marca o histórico entre Bahia e Botafogo

Na última visita ao Nilton Santos, o Bahia levou a melhor por 1x0, com gol de Edigar Júnio (Foto: André Durão/ Globoesporte.com)

Nesta quinta-feira (2), o Bahia vai até o Rio de Janeiro para enfrentar o Botafogo, às 20h (de Brasília). A partida que acontecerá no Nilton Santos marca o confronto de número 64 entre as equipes. Na primeira rodada, o Esquadrão venceu o Corinthians por 3x2, em Salvador, já o Fogão começou perdendo por 2x0 para o São Paulo, no Morumbi.

Além das estreias distintas na competição, o final desse primeiro semestre do ano vem sendo bastante oposto entre as equipes. Além da bom início de Série A, o Tricolor Baiano cresceu de produção desde a chegada do técnico Roger Machado, foi campeão estadual e ainda se classificou para as oitavas de final da Copa do Brasil, onde enfrentará o São Paulo.

Por outro lado, o time alvinegro não se classificou para as semifinais do Campeonato Carioca e terminou demitindo o técnico Zé Ricardo após a eliminação para o Juventude, na Copa do Brasil. Na primeira rodada do nacional, outra atuação fraca atuação resultou na derrota para o Tricolor Paulista.

Histórico

Dentre os 63 duelos já disputados, entre amistosos e jogos oficiais, o equilíbrio marca esse confronto. O Bahia levou a melhor em 21 oportunidades, sendo a mesma quantidade do Botafogo, além de outros 21 empates. Pelo Brasileirão, foram 41 jogos: 15 triunfos do Esquadrão, 12 do Fogão e outros 14 empates.

Na temporada passada, os clubes empataram por 3x3 no primeiro turno do Campeonato Brasileiro e na volta, o Tricolor Baiano levou a melhor por 0x1, no próprio Nilton Santos. Além disso, também se enfrentaram pela Sul-Americana, quando o Bahia venceu por 2x1, na Fonte Nova, pelo jogo de ida e perdeu pelo mesmo placar na volta, levando a melhor somente na disputa de pênaltis.

Prováveis escalações

Gatito Fernández; Marcinho, Joel Carli, Gabriel e Gilson; Gustavo Bochecha, Cícero e João Paulo; Erik, Rodrigo Pimpão e Diego Souza; Técnico: Eduardo Barroca

Douglas Friedrich; Nino Paraíba, Ernando, Lucas Fonseca e Moisés; Gregore, Elton e Ramires; Artur Victor, Arthur Caíke e Fernandão; Técnico: Roger Machado

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