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O Decacampeão mineiro

Foto: trivela.com 

O América-MG, com Adílson Batista de técnico, é um dos clubes mais tradicionais e bem-sucedidos do estado mineiro, mas é difícil competir na terra dos times: Atlético Mineiro e Cruzeiro. 

O Coelho foi fundado em 1912 e desde então, conquistou 16 títulos estaduais e foi vice-campeão em outras 15 oportunidades. As primeiras conquistas foram em sequência entre os anos de 1916 a 1925, se tornando um recorde nacional de títulos consecutivos. 

Foto: aloesporte.com

Em entrevista para o Entrelinhas, o torcedor Gilmar Pereira, 40 anos, nascido em Sabará/MG, conta que o título que mais o marcou foi, sem sombra de dúvidas, o da série C de 2009. “Após um bom período, (Mineiro de 1993, Série B de 1997, Sul Minas de 2000 e Mineiro de 2001) o América sucumbiu. Chegou a cair para a segunda divisão de Minas Gerais (em 2006). Parecia fadado a sumir, assim como outros clubes tradicionais do Brasil (América RJ, Bangu, Portuguesa, Galícia, Goiânia, Tuna Luso, etc.). Daí, houve uma grande reestruturação do clube, houve o apoio da torcida e com Givanildo como técnico e Euller como líder do time (ficando no banco, muitas das vezes) o América foi avançando as etapas e deu a volta por cima”. 

Em 2009 o América conquistou o Brasileiro da Série ‘C’ depois de vencer o ASA/AL na final e volta para a Série B. 
Vídeo do título de 2009

O título mais recente foi pela série B do Campeonato Brasileiro de 2017. O Decacampeão foi o time que menos sofreu gols na história dos pontos corridos da Série B, com apenas 25 bolas na rede. Além disso, a equipe passou 21 das 38 rodadas sem sofrer gols. 


PAIXÃO 

O torcedor do América faz festa quando seu time entra em campo. Além de possuir a terceira maior torcida de Minas Gerais. 
“Torcer para o América é acima de tudo remar contra a maré. É fácil torcer para equipes de ponta, que estão sempre disputando os principais títulos, recebendo as maiores cotas de patrocínio e com os estádios sempre cheios. É preciso ser forte! É preciso ter personalidade para não se render às adversidades e seguir apoiando, sabendo que não somos apenas mais um no meio da multidão e que podemos sim, fazer a diferença”, afirma Gilmar Pereira.

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